CSA vence o ASA e está na decisão

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Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas
O CSA chegou à decisão do Campeonato Alagoano. Foi para Arapiraca sem vantagem, com olhares desconfiados, mas teve frieza para jogar um clássico equilibrado e vencer o ASA por 2 a 1. Primeiro, Rafinha marcou um de falta . Depois, Didira, maior ídolo do Alvinegro nesta década, fez valer a lei do ex e confirmou uma vitória enorme do Azulão no Coaracy. Nos acréscimos, Thiago ainda descontou e apimentou o jogo. O goleiro Mota também pegou um pênalti, batido por Leandro Kível, e foi um dos destaques do CSA. 
A partir de domingo, o Azulão inicia a decisão do Alagoano contra o rival CRB, no Rei Pelé. O primeiro jogo tem o mando do Galo, e a finalíssima, no dia 7 de maio, terá o time do Mutange como mandante. De acordo com o regulamento, não há vantagem. Se houver empate na soma dos resultados do mata-mata, haverá prorrogação. Caso o empate persista, o título será definido nos pênaltis. O ASA decide o terceiro lugar contra o Murici a partir de quarta-feira, fora de casa. Fecha o mata-mata em Arapiraca no dia 3 de maio. Esse confronto vale uma vaga na Copa do Brasil de 2018.
CSA muda vantagem no primeiro tempo

Canindé optou por uma nova dupla de frente do CSA, com mais velocidade, mas sem um homem de referência. Thiago Potiguar e Vanger se movimentavam muito no início e pressionavam a saída de bola do ASA. Aos quatro minutos, o panorama do clássico mudou. O lateral Rafinha bateu falta do meio da rua, a barreira abriu e a bola entrou no canto direito de Luís Cetin.

O ASA precisou mudar a estratégia. Perdendo, teve que sair e também dava espaço para o contra-ataque. Apresentou muitas dificuldades na armação e chegou num lance em que Mazinho finalizou para o gol, mas estava impedido. Aos 40 minutos, a melhor chance do Alvinegro na primeira etapa. Kível cruzou da direita e, livre, Montoya cabeceou com violência. Mota voou, espalmou e salvou o CSA. Antes do intervalo, um problema para o Azulão: o zagueiro Thales torceu o tornozelo direito e foi substituído por Leandro. Ainda deu tempo para Thiago Potiguar receber com liberdade na área do ASA. Ele limpou, mas bateu fraco, facilitando a defesa de Cetin.
Didira faz valer a lei do ex
Maurílio Silva apostou num time mais incisivo no segundo tempo. Mais aberto. Mas a primeira grande chance foi do CSA. Daniel Costa dominou na área, passou fácil por Mazinho, mas chutou mal, sem força, aos sete minutos. O ASA não empatou por pouco no lance seguinte. Jean Carlos foi à linha de fundo, pela direita, e tocou para trás. Kível bateu de primeira, com força, e Mota fez uma grande defesa. Aos 18 minutos, duas expulsões: Mazinho, do ASA, e Thiago Potiguar, do CSA, se estranharam e receberam cartão vermelho.
O CSA ficou esperando para contra-atacar e foi mortal. Aos 27 minutos, Rayro rolou para Didira, que deu um toquinho para o gol vazio e ampliou a vantagem do Azulão. Assinou mais uma sentença da lei do ex. O ASA não se entregou e ainda teve um pênalti, do goleiro Mota em Jefferson Baiano. No lance, o camisa 1 recebeu o terceiro amarelo e está fora do primeiro jogo da decisão. Kível foi para a cobrança, mas bateu fraco, no lado direito. Mota acertou o canto e fez a defesa. Nos acréscimos, Thiago dominou na área, virou e bateu entre o goleiro e a trave. Descontou . O ASA ainda foi para o abafa no fim, tentando o empate, mas o Azulão garantiu a classificação para a sua segunda decisão seguida no Alagoano.
Por: Globo Esporte 

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